terça-feira, 6 de maio de 2008

EXPERIÊNCIAS COM LUZ 5:

Hoje tivemos a presença da professora Fernanda, formadora do programa de formação de professores do 1.º ciclo em ensino experimental da ciências.

Então, fomos fazer uma nova experiência com a luz. Fomos descobrir como é que o nosso amigo Parik, na história "Jogo na Madeira", fazia para aumentar as sombras no campo de futebol.

Será que aproximava os monstros de papel do holofote, ou afastava-os???

Eis então a nossa questão problema para hoje:

" O que acontece à sombra se variarmos a distância da fonte luminosa ao objecto?"

Primeiro, escolhemos um monstro para o grupo, igual aos que o Parik usava.













Depois fomos colocar o nosso monstro em frente à fonte luminosa, em três posições: uma próxima da fonte luminosa, outra mais afastada e outra mais afastada ainda e medimos.

Depois registamos...

Fizemos um gráfico:

E verificamos então que:

Quanto mais próximo o objecto está da fonte luminosa, maior é a sua sombra.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

EXPERIÊNCIAS COM LUZ 4:

De seguida fizemos uma nova experiência em que verificamos se todos os materiais se deixavam atravessar pela luz.

3.ª Questão problema

"Será que todos os materiais se deixam atravessar pela luz?"

Verificamos que:

Alguns materiais são transparentes – deixam-se atravessar facilmente pela luz, permitindo que através deles se vejam nitidamente os objectos.





Outros são translúcidos – deixam dificilmente atravessar a luz, permitindo que através deles apenas se vejam os contornos dos objectos.



E outros ainda são opacos – não se deixam atravessar pela luz, não permitindo que se veja através




Resposta à questão problema:


Nem todos os corpos se deixam atravessar da mesma forma pela luz.

EXPERIÊNCIAS COM LUZ 3:

Depois estivemos a brincar um pouco com as sombras.






EXPERIÊNCIAS COM LUZ 2:

De seguida fizemos uma nova experiência em que verificamos como se propagava a luz.

2.ª Questão problema

Como se propaga a luz?





Verificamos que:


1 - A luz não sai do tubo se este estiver com um nó.


2 - A luz não sai do tubo se este tiver uma curva.


3 - A luz só sai do tubo se este estiver direito.


Resposta à questão problema:

A luz só se propaga em linha recta.

EXPERIÊNCIAS COM LUZ 1:

Neste dia estivemos a fazer várias experiências com luz:


1.ª Questão problema:

Porque não vemos no escuro?

Fizemos um experiência onde colocamos no interior de uma caixa, um objecto sem luz,noutra caixa um objecto iluminado e noutra caixa um objecto luminoso. Colocamos tudo num ambiente completamente escuro e observamos por um orifício da caixa.




Verificamos que:

1 - O objecto sem luz não se via;

2 - Conseguimos ver o objecto luminoso e o objecto iluminado.

Resposta à questão problema:


Nós não conseguimos ver no escuro porque não há luz.

Mais uma aventura dos nossos amigos.

Jogo na Madeira

Os nossos amigos foram convidados para fazer um jogo na ilha da Madeira. Estavam ansiosos que chegasse o dia, pois nunca lá tinham ido. Mais ansiosos estavam, por a viagem ter de ser feita de avião, meio de transporte que, também, nunca tinham utilizado e porque iam visitar a terra onde Cristiano Ronaldo nasceu. Eles pouco sabiam sobre essa pequena ilha que pertence a Portugal mas estavam dispostos a aprender mais sobre ela, apenas sabem que é conhecida pela “Pérola do Atlântico”.
Decidiram então juntar-se todos em casa de Tarik e ir à internet procurar mais informações. Descobriram então que:
“A cidade do Funchal é o principal centro urbano e porto da ilha, situa-se na costa sul da ilha a cerca de 660 km da costa africana e a 980 km de Lisboa.
Em relação ao clima, a ilha da Madeira, é subtropical, sendo que em certos pontos da costa sul, as temperaturas médias anuais atingem valores acima dos 20 graus célsius. A temperatura da água do mar, varia entre os 26 de verão e os 17 de inverno.
A ilha é muito montanhosa, a altitude média é de 1300 m. As praias de areia fina são raras. Na costa sul, a oeste do Funchal, situa-se o cabo Girão, uma das mais altas falésias do mundo. A laurissilva, floresta que cobria a ilha antes da colonização foi quase inteiramente queimada pelos primeiros colonos, e apenas alguns hectares nos vales a norte da ilha se preservaram. Foi classificada como Património da Humanidade pela UNESCO em 1999. A floresta actual contém espécies endémicas e também plantas trazidas pelos colonos, além de variedades tropicais cultivadas, como a banana e o maracujá, entre outros. O solo vulcânico é geralmente muito fértil e a humidade da montanha favorece o crescimento de uma vegetação exuberante.
Actualmente a população da ilha ultrapassa os 260 mil habitantes. O Funchal conta com cerca de metade dos habitantes da ilha.”
- A ilha deve ser fantástica! - diz Tarik.
- E quentinha! – Diz o Crak. Já viste média de 20 graus?
- E a água do mar? – diz Robodock. Já imaginaram que quentinha deve ser?
Estavam eles a comentar tudo isto que tinham descoberto e Parik a escutar atrás da porta do quarto da irmã. Estava bastante atento e curioso.
- Ilha da Madeira? Quentinho? Porque será que estão tão interessados? Tenho de descobrir.
- Mas o facto de ser tão quente vai ser pior para nós. Diz Sarak.
- Pois é – Diz o Crak – temos de treinar mais, senão com aquela humidade ainda perdemos.
- Ah!!! Já vi o porquê do interesse, vão lá jogar. E não me diziam nada! Já vão ver…
A viagem estava marcada para dali a dois dias. Quando chegou o dia eles dirigiram-se para o aeroporto. Embarcaram no avião e com a excitação nem repararam que uma das malas estava mais pesada, era Parik que se tinha enfiado nela.
Ao chegarem ao destino, estava um taxista à espera deles para os levar ao hotel. Na viagem para o hotel ficaram admiradíssimos como tudo o que os rodeava era tão belo. Foram para o hotel e descansaram. Na manhã seguinte, foram visitar uma parte da ilha.
Visitaram a zona sul, foram a Câmara de Lobos, ao Estreito de Câmara de Lobos, passaram no, tão conhecido, Cabo Girão e desceram para a Ribeira Brava onde almoçaram. De tarde passaram na Ponta do Sol e chegaram à Calheta. No fim do dia tiveram de voltar para o Funchal pois precisavam de descansar. O jogo era no dia seguinte.
De manhã, levantaram-se, tomaram um bom pequeno-almoço e foram treinar para o estádio dos Barreiros, que era o sítio onde iam jogar. Treinaram de manhã, almoçaram e descansaram durante a tarde pois o jogo era às 18h.
À hora marcada começou o desafio, os madeirenses, já desde a altura do Cristiano Ronaldo que não viam nenhuns miúdos com tanta técnica. Ficavam admirados e rejubilavam com as fintas e jogadas que eles faziam. Ao intervalo os nossos amigos estavam a ganhar por cinco, zero. No balneário comentavam.
- Não está a ser fácil, a humidade dificulta bastante! – diz o Crak.
- Temos de alternar mais vezes. Certo, Sarak e Robodok?
- Certo - respondem em coro.
Quando voltam ao campo para a segunda parte, já a noite tinha caído. Estava mais escuro e tiveram de ligar os holofotes do estádio. O Parik, quando viu os holofotes acenderem, teve uma ideia para prejudicar a equipa da sua irmã e combinou com a equipa madeirense o que iam fazer. Recortou uns monstros em cartolina e prendeu a um pau de gelado.
A equipa madeirense coloca a bola no meio campo e começam a segunda parte. Cada vez que esta equipa se dirigia para a baliza do Paçomok, as suas sombras transformavam-se em grandes monstros e quanto mais se aproximavam da baliza, maior era o monstro. Os nossos amiguinhos ficavam com medo e desviavam-se das figuras horríveis que apareciam no campo. A equipa madeirense ia marcando golos. Iam aparecendo várias figuras que pareciam que os comiam e eles ficavam cheios de medo. Mas no entretanto ia aparecendo um vulto de alguém que parecia que conheciam, principalmente a Tarik.
- Este vulto parece o do meu irmão!!??? – pensava Tarik. Mas é assustador, está tão grande.
O jogo estava quase a terminar e a equipa madeirense já tinha empatado o jogo. Neste momento estavam cinco a cinco e faltava um minuto para o fim do jogo. Robodok, pede um minuto de desconto, pois estavam desorientados. Quando saem, diz Tarik:
- Se não estivéssemos tão longe, diria que são coisas do meu irmão.
- E dizes bem. - diz Robodok - Olha para ali, para junto dos holofotes. Chamei-vos precisamente para vos dizer que não tenham medo pois as sombras são manipuladas por ele. Vi essas sombras aparecerem e apesar de mudarem de tamanho, a forma era sempre a mesma. Achei estranho, porque se fosse um monstro ele mexia-se.
- É ele mesmo, mas como é que veio aqui parar? – diz Sarak.
- A minha mala estava pesada, mas pensei que…
- Só se foi assim… - argumenta o Crak.
- Eu vou-te apanhar… - grita Tarik – vou-te apanhar.
Parik ria-se de tudo o que se estava a passar. A equipa estava prestes a empatar o seu primeiro jogo. Faltava só um minuto para o fim da partida e o jogo estava empatado. Tinham de ser rápidos para poderem sair vitoriosos.
Depois de pedirem aos seguranças para tirarem Parik para local seguro, onde não pudesse interferir com nada, recomeçaram então o jogo. A bola sai por Tarik, que passa para Crak, que por sua vez atrasa para Sarak. Este vai avançando no campo, avançando, passa pelo primeiro jogador, continua a avançar, mas o tempo estava quase a acabar, Tarik estava à esquerda, Crack à direita e iam acompanhando a jogada e Sarak avançava. Nisto passa a bola a Tarik, que depois de fazer um bela finta sobre o adversário, passa a bola para o lado direito para o peito do Crak, que recebe, cola na relv, rodopia por um adversário deixando-o sentado, levanta a bola por trás das costas e sem a deixar cair faz um passe fantástico para a frente da baliza onde aparece Sarak todo no ar que remata e … a bola bate na trave e volta a subir, nisto aparece Tarik, que apoiando-se nas costas de Sarak, salta bem alto e envia de novo a bola para a baliza com um pontapé de bicicleta. A bola desce a grande velocidade, bate no chão com toda a força, volta a bater na trave e … desta vez vai para dentro. O árbitro termina o jogo, mesmo a tempo…
Fica toda a gente pasmado com este golo. Os nossos amigos festejam no meio do campo, saltam abraçam-se e gritam, mas nisto, Tarik sai disparada, vai ter com Parik e começa a discutir com ele.
- Tu não tens vergonha? Estás sempre a meter-te connosco, quem te ensina estas coisas…
- Foi engraçado não foi? – diz Parik a rir-se – vocês a quererem dar na bola e nada, já não me ria assim há muito tempo, eh, eh, eh…
- Não tens mesmo vergonha. A mãe sabe que tu andas por aqui, por acaso?
- Claro que não. Vim na mala do Robodok, vocês nem deram por mim, ficavam só a babar com as belezas da ilha…
- Vais ter um castigo exemplar, vais ver. Vou já ligar à mãe e contar-lhe tudo.
- Não digas nada, por favor. Eu ensino-te como é.
- Explicas-me depois, agora vamos comer e fazer a mala para podermos regressar. Vais no mesmo sítio onde vieste, ouvis-te? De castigo.
- Não, não, não. Faz muito calor lá em baixo.
- Não quero saber, é para a próxima vez pensares bem no que andas a fazer.
Depois de jantar, voltaram de novo para o aeroporto para irem embora.
- A ilha é mesmo bonita! - exclama Sarak.
- Concordo contigo. – Diz Robodok.
- Fiquei com muita vontade de cá voltar. –diz Tarik – e nós só vimos metade.
- Pois foi. – disse o Crak – imagino como será o lado norte e o Porto Santo. Podemos vir cá no fim da época, podíamos combinar.
- Combinadíssimo dizem todos em coro.
E foi assim a aventura da Paçomok na ilha da Madeira.

A Luz e o mundo que nos rodeia:

A luz é fundamental para observarmos o que existe à nossa volta



Para que possamos observar os objectos ou sinais luminosos, é necessário que
haja luz.



De onde vem a Luz?


RESPOSTA:

Todos os corpos que podemos ver enviam luz para os nossos olhos, isto é os nossos olhos
recebem luz que dos corpos emana. Porém, os corpos não enviam luz da mesma forma.

Corpos luminosos – enviam luz própria para o espaço à sua volta, e esta pode ser vista, independentemente da presença de outros corpos, por exemplo, o Sol, as estrelas, uma vela ou uma lâmpada. Chamam-se também fontes de luz.


Corpos iluminados – enviam para o espaço envolvente a luz que recebem dos corpos luminosos, por exemplo, a Lua, os planetas, uma mesa, a roupa, um livro ou mesmo as pessoas.






Então, para que possamos ver os objectos, é necessário que os nossos
olhos captem a luz que deles emana.




Corpos transparentes – deixam-se atravessar facilmente pela luz, permitindo que através deles se vejam nitidamente os objectos.



Corpos translúcidos – deixam dificilmente atravessar a luz, permitindo que através deles apenas se vejam os contornos dos objectos.


Corpos opacos – não se deixam atravessar pela luz, não permitindo que se veja através



Afinal, o que é a luz?


A luz é a energia que se propaga sob a forma de ondas electromagnéticas.
Ao contrário do som, a luz não necessita de suporte material para se propagar, logo
a luz propaga-se no vazio.


Ondas electromagnéticas – perturbação eléctrica e magnética que se propaga a grande velocidade numa direcção perpendicular entre si e perpendicular à direcção de propagação.

A velocidade de propagação da luz no vazio, representa-se por c e corresponde a:

c = 300 000 km/s = m/s



A luz propaga-se em linha recta.



É o principio da propagação rectilínea da luz que permite explicar como se
formam as sombras


Raio luminoso – Para tornar mais simples a representação da trajectória rectilínea da luz, representa-se por uma linha recta com uma seta, na realidade não existe é apenas uma representação.










Feixe luminoso – Um conjunto de raios luminosos, cuja sua direcção de propagação é simbolicamente representada por um raio luminoso. Ao contrário dos raios luminosos, este tem uma existência real.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Comemoração Dia do Agrupamento:

No dia 2 de Maio, foram as comemorações do dia do agruppamento. todas as escolas do agrupamento reuniram-se na sede do nosso agrupamento, que é a EB2,3 de Frazão.

Ao longo da manhã nos podemos assistir a:

Actividades de palco

O nosso professor a ajudar (ou não) na música


Entrega dos Comportamentos Meritórios



Visitar exposições e trabalhos das mais diversas áreas



Participamos ainda em atelier's de Expressão Plástica e de Actividade Física.

Foi uma manhã em cheio.